Outubro, 24 2008
Agosto, 20 2008
Educação pra quê?
Educação pra quê, se tem curso técnico?
Educação pra quê, se jogar futebol dá mais dinheiro?
Educação pra quê, se o governo garante minha renda mensal e eu não preciso trabalhar pra ganhar dinheiro?
A educação hoje é vista como “tempo perdido”.
Infelizmente, tudo está assim por que a sociedade está encharcada na máxima que “a cultura é coisa para nerds, chatos e caretas”. E a geração que está nascendo tem pais que não aprenderam a contestar isso e incentivar seus filhos à boa educação.
E eu não falo só de ir para a escola, falo da educação de aprender a pensar e criticar.
Mas, por outro lado, também temos que reconhecer que o próprio sistema educacional não facilita. São tantas coisas inúteis e sem razão que somos obrigados a decorar aprender que ir para a escola não é a coisa mais divertida do mundo, quando deveria ser.
A escola deveria ser um paraíso para as crianças, não aprendessem a tabuada, mas sim a refletir sobre o que são, refletir sobre a situação que o mundo se encontra, sobre o que querem para o seu futuro. A educação precisa ser intrigante, provocativa, deve levar os alunos a buscar o conhecimento e não pode ser tido como um produto, encaixotado, padronizado para enfiar “goela abaixo” nas crianças a fim de obter estatísticas de aprovação no vestibular e abarrotar a cidade de out-doors vangloriando-se.
A educação é fator determinante de muitas mudanças. Não posso afirmar que seja tudo o que o país precisa ou que basta a educação e as coisas serão melhores, mas nenhum investimento pode superar a educação sob pena de vivermos cada vez em uma sociedade mais injusta, manipulada e intolerante.
E aí? Educação pra quê?
Agosto, 14 2008
Amigos são como árvores
Um amigo em nossa vida é como uma árvore plantada em nosso jardim.
Agosto, 12 2008
Triste ostra.
“A felicidade é um dom que deve ser simplesmente gozado. Ela se basta. Mas ela não cria. Não produz pérolas. São os que sofrem que produzem a beleza, para parar de sofrer.” “Por vezes a dor aparece como aquela coceira que tem o nome de curiosidade.” (Rubem Alves – Ostra Feliz Não Faz Pérola)
Não acho que eu tenho o dom dos poetas que fizeram da sua vida uma eterna pérola, mas tenho muita curiosidade, muita vontade de falar das coisas da vida. Talvez isso faça de mim uma Triste Ostra.
Ao ler Rubem Alves aprendi a definir isso aqui e senti a necessidade de ter um espaço para escrever.
Em muitos sentidos, minha vida sempre foi um livro aberto e sempre tive muito orgulho das minhas conquistas. Nem sempre fui bem interpretado por isso, muitos me consideravam um exibicionista. Mas sou apenas alguém que curte as conquistas e deseja compartilhá-las. Por isso resolvi escrever publicamente, quem encontrar esses textos, divirta-se, chore, ria, aprenda, desgoste e me conheça.
Mas nunca esqueça: Ostra Feliz Não Faz Pérola.
